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Chefe do Exército descarta punição a Mourão e admite intervenção contra o caos

 
Comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, disse que o general Antonio Hamilton Mourão, que admitiu a possibilidade de uma intervenção militar no país em função da crise institucional e política, não será punido; comandante também declarou que a possibilidade de uma intervenção "ocorre permanentemente" e que e "as Forças Armadas têm mandato para fazer [uma intervenção militar] na iminência de um caos"; afirmação segue a linha do discurso defendido por Mourão, que disse que o Exército tem "planejamentos muito bem feitos" sobre o assunto; declaração também desautoriza o ministro da Defesa, Raul Jungmann, que havia pedido explicações e cobrado "medidas cabíveis a serem tomadas" contra Mourão.

GENERAL DO EXÉRCITO AMEAÇA INTERVENÇÃO MILITAR SE O JUDICIÁRIO "NÃO SOLUCIONAR O PROBLEMA POLÍTICO"

 
O general do Exército Antônio Hamilton Mourão afirmou em palestra promovida pela maçonaria em Brasília na sexta-feira (15) que seus "companheiros do Alto Comando do Exército" entendem que uma "intervenção militar" poderá ser adotada se o Judiciário "não solucionar o problema político"; Mourão disse que poderá chegar um momento em que os militares terão que "impor isso", e que essa "imposição não será fácil"; segundo ele, seus "companheiros" do Alto Comando do Exército avaliam que ainda não é o momento para a ação, mas ela poderá ocorrer após "aproximações sucessivas".

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